DESAMOR

Vem sem hora marcada
Aparece do nada!
Rasgando... Sufocando...
Vem!
No olhar que não nos vê
Na presença indiferente 
No ouvido que não nos ouve
No abraço que não acolhe
No beijo que não se sente
Tudo tão  improcedente! 
Tão pouco fulgor 
na reciprocidade do amor.

Oh! Como dói! Dói muito!

Sente-se no peito... no coração...
na alma...
E pelo engasgo do grito abafado, no nó da garganta.
Dor que acanha...tanta! Tanta!
Dilacera o nosso viver
Sem condescender.
Como apetece morrer!

✍️Maria Saudade 🌻
📷 Pinterest 

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