EU E A ESCRITA
"...embriagai-vos sem tréguas!
De vinho, de poesia ou de virtude, como achardes melhor.
embriagai-vos!"
(Charles Baudelaire)
Na verdade, este pensamento lido algures por aí, fez-me pensar.
Não fico embriagada de vinho porque só bebo água.
Virtudes reconheço algumas. Porém, não são suficientes para me embriagar.
A poesia... não dá para embriagar...mas estou viciada.
Tenho de admitir que o ato de escrever começa a ser viciante. Tal como, beber o café acompanhado com o pastel de nata. Duas rotinas imprescindíveis para meu bem-estar.
A primeira faz-me bem à alma a segunda duvido que me faça bem ao corpo. Mas, dá-me prazer.
Dia que não alimento estes dois vícios, não fico bem!
Relativamente aos meus escritos (com mais ou menos erros), faço-o na primeira pessoa. Falam quase sempre de mim ou têm algo com que me identifico. São o fruto da observação e introspecção do que me vai na alma, misturado com as minhas emoções, à flor da pele e a esperança que me move para enfrentar, a reta ou a curva final, da estrada da vida.
Mergulho quase todos os dias nesta aventura. São desabafos do que me vai na alma, numa faceta lúdica que me serve de terapia.
Devo confessar que as aprendizagens têm sido tão enriquecedoras que superam qualquer crítica ou má interpretação.
Agradeço de coração a quem tira um bocadinho do seu precioso tempo para ler o que por aqui vou partilhando.
Um bem-haja a todos vós! ❤️
Encontrem uma forma de serem felizes. Eu...encontrei esta! 🥰❣️
✍️Maria Fernanda Ramires 🌻
❤️
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