INTROSPECÇÃO
INTROSPECÇÃO
Na minha singularidade
Vivo sem pressas
Abraço com serenidade
O meu precioso silêncio
Não me ajusto à algazarra
Da multidão e das festas.
Surda aos ecos vazios
Não me perco em nadas
Que não sejam meus.
Sei que Tudo é efémero
Pois bem, bebo o café
Enquanto está quente
Danço ao ritmo
da música que sinto
Uso o meu sorriso
Sempre que preciso.
Fecho capítulos
Sigo em frente
Não desperdiço
Nem entorpeço
A minha energia
com coisa ruim.
Não dou explicações
Não espero desculpas
Procuro paz e não razões.
Sem dramas, sem medos, sem culpas.
Vivo com alegria alguns dias
Outros...em nostalgia...
No compasso dos meus passos.
Talvez seja "criatura rara"
Estou de passagem. Acabo em NADA!
Maria Fernanda Ramires 🌻
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